Monday, July 21, 2008

Isignia nas alturas

Subsidiária inglesa da Chevrolet, a Vauxhall promoveu hoje uma campanha bem diferente para apresentar o seu mais novo sedã, o Insignia. Em um tempo de seis segundos, um guindaste ergueu o carro em 45 metros na parque Potters Fields, no centro de Londres, onde 300 pessoas acompanhavam o evento.

Esta ação faz parte do lançamento do carro, que também estará no Salão Internacional do Automóvel em Londres, com início na próxima terça-feira (22). "Queremos mostrar o quanto o carro é bem acertado em detalhes, Como o Insignia, este evento foi meticulosamente coordenado", afirmou o chefe de marketing da General Motors européia, Alain Visser.


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Sentra SE-R chega no mês que vem

Está programada para os dias 21 e 22 de agosto a chegada do Nissan Sentra SE-R, versão esportiva do sedã com motor de 2,5 litros com quatro cilindros e 16 válvulas. O propulsor gera 200 cv de potência a 6.600 rpm e 24,8 kgfm de torque a 5.200 rpm. Ele também tem suspensão modificada e reforços na carroceria e na parede corta-fogo por conta do motor mais potente. O câmbio pode ser manual de seis velocidades ou do tipo CVT.

No visual o Sentra SE-R ganha rodas de 17 polegadas, grade em colméia, aerofólio traseiro e moldura das lanternas na cor preta. O esportivo também é equipado com teto solar elétrico, indicador de pressão de óleo e da força da gravidade, bancos em concha e cintos de segurança na cor vermelha.

O preço deverá ficar em torno de R$ 100 mil, já que deve brigar no mercado com o Honda Civic Si (192 cv) e com Volkswagen Golf GTI (193 cv). O sedã custa R$ 99.500 e o hatch parte de R$ 103.790.

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Os 10 carros mais vendidos do primeiro semestre de 2008

As vendas de automóveis e comerciais leves passaram de 1.028.043 unidades no primeiro semestre do ano passado para 1.338.078 unidades no acumulado do mesmo período deste ano, uma alta de 30,16%. O desempenho de maio para junho também foi positivo. Foram comercializadas 242.880 unidades em junho, contra 229.961 unidades em maio, um crescimento de 5,62%.

A Fiat continua sendo a marca mais vendida do Brasil, com uma participação de 25,1% no semestre e 26,38% no mês de junho. A segunda posição do ranking de participação do semestre fica bem acirrada entre VW (21,68%) e GM (21,48%). Para ter uma idéia, a Chevrolet chegou a emplacar mais modelos que a alemã durante o mês de junho. Isso pode ser justificado pela expectativa da chegada do novo Gol.

Ainda no acumulado do semestre, a Ford se mantém isolada na terceira colocação, com 9,44% de participação, e a Renault (4,38%) começa a se distanciar da Honda (4,15%). Veja abaixo os dez mais bem classificados do primeiro semestre:

1º - VW Gol - O automóvel é mesmo um líder de vendas. Só no mês de junho foram vendidas 24.473 unidades, cerca de 3 mil a mais que no mês anterior. No acumulado, o automóvel da Volkswagen marca 138.878 veículos emplacados. A tendência é que, com o modelo novo, a diferença para o segundo colocado aumente.

2º - Fiat Palio - Dizer eterno vice-líder seria uma indelicadeza, porém o Palio está se tornando um. Nada feio, afinal, o carro quase quebrou a hegemonia de mercado do Gol no mês de maio, ficando apenas 2 mil unidades atrás do líder. Mas, com a chegada do novo Gol, a diferença já subiu para 4 mil unidades. O carro da Fiat registra 110.857 unidades no semestre e 20.281 no mês de junho.

3º - Chevrolet Celta - A GM acertou na produção deste modelo compacto. Seria injustiça dizer que o projeto não vingou. O Celta vendeu 12.201 unidades em junho e 11.776 em maio. No semestre foram 72.302 unidades comercializadas. O degrau perante os líderes é grande, mas o automóvel vem fazendo história.


4º - Chevrolet Classic - Aquele velho ditado de que uma mão lava a outra poderia ser usado nesta situação, em que este modelo quase ultrapassa as vendas do Celta. Mas, se não fosse este antiquado sedã compacto, a GM poderia estar bem pior na participação do mercado interno. O sedã vendeu 13.036 em junho, 10.595 em maio, e registra 69.165 unidades no acumulado.

5º - Fiat Mille - O carro mais barato fabricado no Brasil também é um dos mais defasados tecnologicamente. Mesmo assim, o Mille se mantém como um dos mais vendidos do Brasil, com cerca de 10 mil unidades ao mês. No acumulado, o carro marca 67.919 emplacamentos.

6º - VW Fox - O compacto da marca vendeu 10.600 unidades em maio e 9.480 em junho. A queda talvez se justifique pela chegada do novo Gol, que irá concorrer indiretamente com o irmão mais velho. O Fox emplacou 60.763 unidades no primeiro semestre deste ano.


7º - Fiat Siena - Longe de arrancar a posição do Classic, o sedã italiano vem conquistando compradores mês a mês. A reestilização, depois de várias tentativas, desta vez pegou. O carro está mais moderno e bonito que os modelos anteriores e que o seu concorrente direto. São 50.650 unidades emplacadas em 2008.

8º - Honda Civic - Ele é a galinha dos ovos de ouro da marca japonesa. No acumulado de 2008, o sedã marca 31.226 unidades. Em maio, foram vendidas 5.305 unidades e em junho, 5.409. Entre os sedãs médios, ele é o líder. Entre os colocados à frente dele nesta lista, o Civic é o único que não tem versão popular. O carro merece, afinal, resiste bravamente em um mercado soterrado de modelos velhos e de valores elevados.


9º - Ford Ka - Novo, mas nem tanto, este compacto vem ganhando as ruas brasileiras. De um projeto elaborado sob pressão sindical, o carro se revigorou e faz frente aos modelos mais baratos do mercado: 29.568 unidades no primeiro semestre e 6.712 no mês de junho.

10º - Ford Fiesta - O Ka não arrancou consumidores que estavam de olho neste carro. O hatch da marca americana vendeu 28.588 unidades até a metade de 2008 e mantém a média de 6,5 mil carros ao mês.

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Lada Niva 4x4 deve voltar ao Brasil

O Lada Niva deve voltar ao trânsito brasileiro por meio da empresa Caoa, também representante oficial no país das marcas Subaru e Hyundai. A notícia ainda não foi confirmada oficialmente pelo grupo, mas o presidente da empresa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, disse à revista AutoEsporte que o processo de importação já está bem adiantado.

O motor será o mesmo que equipou a última versão do Lada Niva vendida no Brasil, um 1,7-litro a gasolina com injeção eletrônica, 80 cv de potência máxima e torque de 13 kgm. O câmbio é o manual de cinco velocidade e a tração continuará integral.

Apesar de ser idolatrado no país por ser uma opção barata para enfiar o pé na lama, o Niva esbarrou na manutenção complicada. A dificuldade para encontrar peças de reposição e a ausência de mecânicos acostumados à “tecnologia russa” fizeram do carro um certo mico para os não adeptos das trilhas.

Uma vida de desilusões

O Lada Niva foi lançado em 1976 e ganhou notoriedade por aqui em 1990, numa época de poucas opções e início da abertura das importações. Antes de ser comercializado no Brasil, ele passou por uma reestilização em 1985. Depois que o carro abandonou o Brasil, ele ganhou um motor a diesel de 1,9 litro em 1993.

Em 1998, a Chevrolet fechou uma joint-venture com a fabricante dos modelos da marca Lada para revigorar o carro 4x4. Usando o mesmo nome e a mesma mecânica do modelo tradicional, a Chevrolet criou um veículo novo. A GM chegou a estudar a aplicação do motor 1,8-litro Ecotec da Opel em 2003, porém não houve êxito. A intenção da marca era tornar o Niva um veículo exportável. O utilitário emite 233 CO2 g/km e faz cerca de 4 km/l.

O modelo que a Chevrolet fabrica é exclusivo para a Ásia, porém aquele velho tanque de guerra que foi trazido para o Brasil continua pelo mundo. Tudo indica que é este que voltará para cá. Em países como Colômbia, Equador e Venezuela, é possível encontrar veículos da marca Lada zero quilômetro.


Webmotors


Algumas correções e observações feitas por Gil (que sabe tudo de Niva) nos comentários.

"...O motor será o mesmo que equipou a última versão do Lada Niva vendida no Brasil, um 1,7-litro a gasolina com injeção eletrônica, 80 cv de potência máxima e torque de 13 kgm..."
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Não exatamente, os últimos Nivas que entraram no Brasil, mod. 99, tinham i.e. monoponto, enqunato que os atuais têm i.e. multiponto.

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"Apesar de ser idolatrado no país por ser uma opção barata para enfiar o pé na lama, o Niva esbarrou na manutenção complicada. A dificuldade para encontrar peças de reposição e a ausência de mecânicos acostumados à “tecnologia russa” fizeram do carro um certo mico para os não adeptos das trilhas."
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Ao contrário, a manutenção do Niva é simples, por ser um carro espartano, de pouca tecnologia moderna. As peças faltaram por algum tempo devido ao enorme sucesso de vendas do carro, o que fez com que a previsão de importação de peças de reposição fosse subestimada, ocasionando falta das mesmas. Hoje em dia suas peças podem ser encontradas com relativa facilidade, particularmente nas capitais. Quanto aos mecânicos, o que faltava era boa vontade, pois a mecânica dos Lada é tão complicada quanto as do Fusca, do Chevette, do Santana...

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"Depois que o carro abandonou o Brasil, ele ganhou um motor a diesel de 1,9 litro em 1993."
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O Niva foi vendido no Brasil até 1999, portanto em 1993 ainda era vendido no País!

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"Em 1998, a Chevrolet fechou uma joint-venture com a fabricante dos modelos da marca Lada para revigorar o carro 4x4. Usando o mesmo nome e a mesma mecânica do modelo tradicional, a Chevrolet criou um veículo novo."
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Errado! O Chevy Niva, como foi batizado, é um projeto da Autovaz (Lada) que estava progredindo a passos de tartaruga, devido à falta de recursos da montadora russa. Com a joint venture, houve uma injeção de recursos que permitiu a conclusão do projeto. Mas a contrapartida foi a adoção do nome "Chevy Niva" e a colocação da "gravatinha" da GM na grade. O nome Niva deixou de ser usado no modelo antigo, que passou a se chamar "Lada 4x4".

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"...O utilitário emite 233 CO2 g/km e faz cerca de 4 km/l."
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De onde saiu esta informação absurda sobre o consumo?

A resposta para o Gil esta nos comentários

Carro elétrico de dois lugares

O carro elétrico e dois lugares MyCar, produzido pela Nice e com projeto do famoso designer italiano Giorgetto Giugiaro, da Italdesign, fará a estréia mundial nesta semana durante o Salão do Automóvel de Londres (de 23 de julho a 3 de agosto). Fabricado em Hong Kong, o veículo deverá custar US$ 18 mil. O MyCar atinge a velocidade máxima de 64 km/h e tem autonomia de seis a oito horas.


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Hamilton vence GP da Alemanha

Lewis Hamilton, da McLaren, foi o grande campeão do GP de Hockenheim, que também contou com dobradinha brasileira no pódio. Nelsinho Piquet, da Renault, ficou com a segunda colocação, seguido de Felipe Massa, da Ferrari, em terceiro.

As últimas doze voltas do GP foram marcadas por acirrada disputa entre Hamilton, Nelsinho e Massa. O inglês estava atrás dos brasileiros, mas apresentou melhor desempenho, pressionando os pilotos da Ferrari e da Renault até ultrapassá-los.


Nelsinho (à frente) segurou a posição em relação à Massa (fundo)Nelsinho Piquet soube aproveitar as paradas da equipe, mantendo-se constante na briga pelo pódio desde o inicio da prova. O brasileiro chegou a ocupar o primeiro posto na 46ª volta. Pressionado por Hamilton, Nelsinho teve que ceder, faltando oito voltas para o final da corrida.

O desempenho das Ferraris foi bom, mas seus carros não pareciam atender às exigências da pista ao bem quanto os carros da McLaren. A scuderia italiana confiou na estratégia de paradas para superar a equipe inglesa, colocando mais combustível no carro de Massa para tentar ganhar vantagem sobre Hamilton, que já se mostrava o principal rival a ser vencido desde os treinos de quinta-feira.

Paradas e definições

Na 37ª volta, a roda esquerda traseira de Timo Glock, da Toyota, soltou-se após passar por cima da zebra, na entrada da reta de largada. O carro rodou pela pista, espalhando pedaços, o que obrigou a entrada do safety car.

Mark Webber, da Red Bull, não conseguiu sequer esperar a liberação da pista. Seu carro soltava fumaça desde a saída dos boxes, e acabou parado.

Na reabertura da pista, Massa caiu da segunda para a quarta posição, após a Ferrari optar por mais uma parada. Hamilton não reabasteceu, mantendo a frente. Haikkonen foi prejudicado pela estratégia da equipe italiana, que deu preferência ao brasileiro nos boxes, e acabou reiniciando a corrida na décima posição.

Barrichello também foi prejudicado na 42ª volta, ao ultrapassar David Coulthard, da RBR. O brasileiro foi jogado para fora da pista com um toque de roda do rival, que também rodou para a lateral. Rubinho ficou de fora do restante do GP.

Robert Kubica, da BMW, teve um bom desempenho, cometendo apenas um erro durante a antepenúltima volta, que lhe custou a sétima posição para Sebastien Vettel, da STR, mas o polonês conseguiu recuperar-se a tempo da chegada.

Resultado do GP da Alemanha:
Lewis Hamilton - McLaren - 1h31m20s874
Nelsinho Piquet - Renault - a 5s586
Felipe Massa - Ferrari - a 9s339
Nick Heidfeld - BMW Sauber - a 9s825
Heikki Kovalainen - McLaren - a 12s411
Kimi Raikkonen - Ferrari - a 14s483
Robert Kubica - BMW Sauber - a 22s603
Sebastien Vettel - STR - a 33s282
Jarno Trulli - Toyota - a 37s199
Nico Rosberg - Williams - a 37s658
Fernando Alonso - Renault - a 38s625
Sestastien Bourdais - STR - a 39s111
David Coulthard - RBR - a 54s971
Giancarlo Fisichella - Force India - a 59s093
Kazuki Nakajima - Williams - a 1m00s002
Adrian Sutil - Force India - a 1m09s488
Jenson Button - Honda - a 1 volta
Rubens Barrichello - Honda - abandonou (acidente)
Mark Webber - RBR - abandonou (motor)
Timo Glock - Toyota - abandonou (acidente)

Classificação do mundial de pilotos:

Lewis Hamilton (ING) 58 pontos
Felipe Massa (BRA) 54 pontos
Kimi Raikkonen (FIN) 51 pontos
Robert Kubica (POL) 48 pontos
Nick Heidfeld (ALE) 41 pontos
Heikki Kovalainen (FIN) 27 pontos
Jarno Trulli (ITA) 20 pontos
Mark Webber (AUS) 18 pontos

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Volvo C30 pode ganhar versão “R”

Com o hatch C30, a Volvo tem conseguido números de vendas muito respeitados em todo o mundo, inclusive, por que não, no Brasil. E como de costume, quase sempre as marcas planejam versões especiais dos modelos que estão de bem com os números.

Por isso, surgiu a especulação de que a Volvo já teria criado um pacote “R-Design” do hatch, que deixaria o veículo mais atlético e robusto, mesmo já tendo, naturalmente, um apelo mais jovem.

O propulsor que impulsionaria a versão “R” seria o mesmo que está na parte de baixo do capô do Ford Focus RS, com cinco cilindros, além de um novo turbo. Com isso, o automóvel poderá desenvolver 350 cv de potência máxima.

A decisão ainda estaria sendo tomada pelos executivos da marca sueca, mas, de acordo com a publicação AutoTelegraaf, a Volvo poderá ter criado apenas um modelo experimental, sem planos de produzi-lo.

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